Olha, lá vai uma lebre!...
Ou será um dinossauro?
Ou um leão mais um dragão?
Ou será um cavalo-marinho
mais seu amigo camaleão?
🙂
Image: 'Paradise' Sky in https://flic.kr/p/2rTRjsN
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Paradise
sábado, 31 de dezembro de 2022
Um Dois Três...
E lá vem o Novo outra vez!
Que seja muito Azul, muito verde,
muito branco, dourado...
E que lá do alto a gente possa mirar
novos e bons trilhos para andar!
Com vistas desafogadas,
autênticas, naturais!
Respirar.
E sempre com muita saúde, sorte, prosperidade
E Paz.
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| Imagem: "Storks1" in https://flic.kr/p/2o8NzJA | |
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| Imagem: "Storks2" in https://flic.kr/p/2o8QNo8 |
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| Imagem: "Storks3" in https://flic.kr/p/2o8QNqx |
Bom Ano!
Abraço 🤗 Maria
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Por campos e caminhos de Espiga!...
fomos cumprir a tradição,
um raminho de flores campestres,
para todos com coração!
My bunch of wildflowers... (In https://flic.kr/p/2nod9ms) |
E nunca o alimento faltar!
E desejar que não falte também:
Paz, Saúde, Alegria,
Ouro e Prata, a ninguém!
Amor e Vida, a todos,
a cada família de alguém!
Até à próxima Espiga!
Abraço 🤗 Maria
Mais:
In stormy days people would burn a little bit of the branches in their fireplaces to keep the lightning away.
This is a tradition mostly from the center and south of Portugal. It has possibly a mixed religious and pagan origin. Religious: The May Blessings to the first fruits of the year. Pagan: Traditions connected to the celebrations to the goddess Flora-Festival of the Maias and Maios, which I may address in a separate post.
Nowadays in the large cities this tradition is not followed anymore as it is unlikely one can find fields of wheat or other cereals.
I do remember this day being celebrated with a modified tradition- bread freshly baked on this particular day is kept in a cloth bag and hidden in a dark cupboard. The following year that bread is eaten and replaced with new bread. The amazing thing is that this bread after one year is hard but has no mold. I remember my family doing this every year and I tried it several times with bread from other days and after a few days it would mold, but bread made on this particular day never did.
So may you all have a wonderful Thursday tomorrow, with peace, light, food, joy and abundance!"
Thank you 🙏 Memories of Portugal!
sexta-feira, 15 de abril de 2022
Por caminhos de medos, raminhos e reis...
Fomos à arriba da Costa
neste Domingo de Ramos
visitar os coloridos raminhos
os seus verdes e belos trilhos
e pacíficos azuis mares chãos...
Entrei pela Mata dos Medos
a lembrar mêdos e tempestades
e após alguns passos pude ver
que estes médos são antes
dunas de areia que o vento
deixou nas encostas litorais.
Das arribas ao Cristo Rei,
deixando os medinhos atrás,
foram mais uns passinhos
até avistar o Tejo
e, de alma meio cheia,
respirar agora mais!...
Um abraço, Maria
* MEDO (pronúncia "médo"). Duna ou monte de areia, geralmente formado pelo vento, nas zonas litorais. Derivação regressiva de médão. Não está relacionada com o medo (temor, receio; pronúncia "mêdo"). (Francisco Santos in Gentes de Almada no fb)
Mais:
Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica
sábado, 31 de outubro de 2020
Entre Luas...
the Blue Moon
"Cactaceae"?
| Imagem: "Blue Moon" in https://flic.kr/p/2k1PY49 |
all
| Imagem: "Lua Cheia de outubro", Portugal, 2020. |
And the color
of sunset sky?
| Imagem: "Sunset sky" in https://flic.kr/p/2k1Rf9E |
Então
a viagem
vai começar...
Esta Lua de outubroCheia, Azul, rosa...Nasceu ainda agoranas palmas, nos olivais...É mágica, é feiticeira!Nasceu em viageme já morano alto do céuque o sol pintou para ela...
Mais:
Dizem que é uma Lua Azul
porque é duas vezes Cheia no mês.
Dizem que é a Lua da recolha,
do acolhimento, do regresso a "casa",
da partilha, da travessia,
da longa viagem...
E esta lua está aí
iluminando a nossa passagem!
Um abraço,
Maria
terça-feira, 9 de junho de 2020
Vivam! A penas...
"Vivam, apenas
Sejam bons como o sol.
Livres como o vento.
Naturais como as fontes.
Imitem as árvores dos caminhos
que dão flores e frutos
sem complicações.
Mas não queiram convencer os cardos
e transformar os espinhos
em rosas e canções.
E principalmente não pensem na morte.
Não sofram por causa dos cadáveres
que só são belos
quando se desenham na terra em flores.
Vivam, apenas.
A morte é para os mortos!"
(José Gomes Ferreira - Vivam Apenas)
Fotos: Praia Fluvial de Fróia. Sobreira Formosa, Proença-a-Nova, Portugal.
Que a nossa jornada
não seja apressada!
Que seja formosa,
plena...
E que valha a pena
_/\_
Um abraço, Maria
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Natal
"Natal
Já não sei dizer Natal como sabia,
quando meu Natal, em minha aldeia,
era um presépio de musgo e de areia
e um menino adorando o Deus menino.
A família inteira, sentada ao borralho,
fazendo horas para a missa do galo
nessa noite fria cujo fogo nos aquecia
e nos dava alento para o ano inteiro.
Vou reaprender a dizer Natal, este Natal,
para que possa voltar a ser
alma de pássaro criança,
nestas memórias de infância.
Para que Deus me dê
nova estrela de Belém
que nos leve ao mais além.
Mas serão precisos muitos desses dias
para que, mais uma vez, possa nascer,
em figura humana, o meu Messias."
José Adelino Maltez (2002). Sphera, Spera, Sperança. Editora Sopa de Letras.
| Imagem: "Natal". Beira, Região Centro; Portugal. 2018. |
Em Terras de Xisto distantes,
no coração de Portugal,
vagueiam gentes, dores, passos e memórias
próximas de nós.
Lá, nessas terras, ainda há Natividade, Infância...
Ainda há verde, vida, branco...
ainda há Natal, ainda há esperança.
Bom Natal
_/\_
abraço, Maria
domingo, 23 de abril de 2017
Terra-Mar...
"Quão inapropriado chamar Terra a este planeta, quando é evidente que deveria chamar-se Oceano"
Talvez porque há muitas, muitas eras atrás,
| Imagem: "Serra da Arrábida" (1). Setúbal, Portugal; Abril 2017. |
que eu não me importo de ir só;
minha Esperança, na minha
voz comovida espelhada,
sabe encher a solidão
das curvas mudas da estrada."
| Imagem: "Serra da Arrábida" (2). Setúbal, Portugal; Abril 2017. |
| Imagem: "Serra da Arrábida" (3). Setúbal, Portugal; Abril 2017. |
Entre trilhos e fendas,
a vida crescendo dentro.
E no fundo, cá em baixo,
o barquinho sereno vai.
| Imagem: "Serra da Arrábida" (4). Setúbal, Portugal; Abril 2017. |
We see... and you?
Gratidão por toda esta jornada, Terra... Serra... Mar...!
Um abraço, Maria
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Passar. Devagar, devagarinho...
Nasceram aqui, à beira da estrada,
e assim, juntinhas, quiseram ficar.
Para abraçar quem por aqui passar
e lembrar de sempre voltar.
Há estradas assim... na vida.
A gente vai sem saber se volta
ou se há volta a dar para voltar
ou se, na volta, há novo ir, ficar, lugar.
São duas? Não... são mais!...
Com todo o vagar para abraçar.
Ao passar, há que ser passarinho,
pousar, dar, apreciar, agradecer,
e seguir, devagar, devagarinho...
Um abraço,
\o/
Maria
Foto: "The Cool Hunter" in ALENTEJO SEMPRE
"A dois minutos da minha aldeia, entre Santa Luzia e Garvão... Um belo arco vegetal, quebrando a monotonia da Paisagem!"
(Felismina Costa, 29/06/2016)
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Pelos céus de junho...
| Imagem: "20616-6464: Solstice Full Moon." Jun.20, 2016; Portugal. (In June Sky 2016/https://flic.kr/s/aHskCC4LnC) |
E quando o Solstício chegar,
Bom Solstício,
esteja em que hemisfério estiver.
_/\_
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| Imagem: "Sunset Solstice" (1). Portugal. |
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| Imagem: "Sunset Solstice" (2). Portugal. |
Mais:
Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) Solstício de Verão
Observatório Astronómico de Santana, Açores (OASA): Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, "o hemisfério Norte entra na estação do Verão hoje às 23h34 (hora legal de Portugal Continental)", enquanto o hemisfério Sul dá as boas-vindas ao Inverno.
"Nessa hora ocorrerá o Solstício – o ponto em que o Sol estará mais a Norte do Equador Celeste. Por isso, é o dia em que, ao meio-dia solar, a nossa estrela atinge o ponto mais alto no céu, passando mais tempo acima do horizonte, o que faz com que este seja o dia mais longo do ano."
Já no hemisfério Sul, a noite será a mais longa do ano.
terça-feira, 8 de março de 2016
Por portas de flores
que se abrem sem fim,
para campos floridos de fevereiro,
que poderiam ser de janeiro, de março, abril e maio também...
bebendo o néctar das flores.
E graciosas mariposas voam ao anoitecer,
por caminhos e rios de luz,
tecendo montanhas de fios até adormecer...
| Imagem: Campos de fevereiro (1). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (2). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (3). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (4). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (5). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (6). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (7). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (8). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (9). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (10). Fev. 2016, Portugal. |
| Imagem: Campos de fevereiro (11). Fev. 2016, Portugal. |
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Até à Lua da Viagem...
Algumas tribos nativas americanas chamam à Lua Cheia de outubro a "Lua dos Caçadores" (Full Hunter’s Moon), uma vez que ela marcava o tempo de ir caçar e recolher alimentos, preparando-se assim para o inverno do norte. Mas esta Lua Cheia de outubro também é conhecida pela "Lua da Viagem" (Travel Moon).
Aqui está a nossa, tal como a vimos nesta semana :)
| Super Lua Cheia de outubro, 2015, Portugal. (1) |
É a última Super Lua do ano, e convida-nos a entrarmos em viagem.
Numa longa viagem, que é "nossa"...
| Super Lua Cheia de outubro, 2015, Portugal. (2) |
| Super Lua Cheia de outubro, 2015, Portugal. (3) |
| Super Lua Cheia de outubro, 2015, Portugal. (4) |
Neste período, em que festejamos o Samhain, o Halloween, o Diwali, os Santórios e outras celebrações, recordemos também o seu significado e a longa viagem:
"A Festa ou festival de Samhain comemora a passagem do ano dos Celtas, de 31 de Outubro para 1 de Novembro. Marca o fim do ano velho e o começo do ano novo. Noite do fogo novo e da inspiração.
Celebração Celta, com grande influência na Galiza e Norte de Portugal. Nesta noite, os Celtas, povo com profundas crenças na imortalidade da alma, acreditava numa comunhão com o espírito dos seus antepassados. Na Galiza e Norte de Portugal, faziam-se fogos sagrados com ramos de sorveira brava e teixo com que se alimentavam as lareiras das casas. Também se usavam cabaças iluminadas por dentro. Vários séculos depois, esta tradição, que ainda se mantém, tem continuidade nas festas de Halloween, que se expandiram para os Estados Unidos, Canadá e Austrália, levadas pelos ingleses e irlandeses no século XIX.
Dizem que as cabaças eram colocadas nas ruas, junto às portas, para dar as boas vindas aos espíritos dos antepassados e alumiar a sua passagem, enquanto outras narrativas contam que as cabaças iluminadas serviam exactamente para o efeito contrário, isto é, para os afugentar."
Desta última interpretação até à famosa e actual "Noite das Bruxas" foi um pequeno passo... ;)
"Sobre o Fim do Ano Celta, e a Roda do Ano, a roda que representa a eternidade, o Samhain marca o fim de um ciclo, morre um ano e outro novo começa. O encontro com os antepassados, as luzes que os guiam, as lareiras que os acolhem nos seus antigos lares, onde partilhariam as suas comidas e bebidas favoritas, poderia ser um momento de comunhão, de reflexão sobre a existência, associada à morte, ao encontro, e também à renovação... ", «como com a Deusa Mãe (Natureza) que se renova a si mesma.»
Outra celebração, cheia de significado, que festeja a luz, a prosperidade, a união, é a Festa das Luzes, o Diwali, o festival religioso hindu que simboliza a vitória da luz sobre as trevas.
Na Comunidade Hindu de Portugal, quando chega o Diwali há sempre uma pausa no calendário. Este ano o Diwali acontece no próximo dia 11 de novembro.
"A Comunidade Hindu em Portugal celebra a Festa das Luzes, numa cerimónia semelhante ao Natal.
Existem várias razões para a celebração do Diwali. A narrativa mais popular é que o Diwali é baseado no épico Ramayana, que relata a história e a vida de Rama. Naquela escura noite de lua nova, os moradores de Ayodhya acolheram com alegria o regresso de Rama, Sita e Lakshmana, após a derrota do demónio Ravana. As ruas, foram decoradas com lamparinas, festejando o triunfo do bem sobre o mal.
Seguindo essa tradição, os hindus celebram o Diwali pintando Rangoli e colocando lamparinas de óleo ou Ghee (manteiga purificada) na entrada das suas casas. Rangoli caracteriza-se por uma pintura simétrica pintada no chão com pó colorido, simbolizando alegria e cor. Há também uma abundância de doces que simbolizam a doçura e o amor.
Outro significado do Diwali é que a luz espiritual interior do individuo, deve ser reflectida para o exterior. O Deus Rama é recordado como o perfeito exemplo do cumprimento do Dharma reforçando a prosperidade e a responsabilidade para com Deus.
E porque este é um momento auspicioso, família e amigos reúnem-se em suas casas para reforçar a prosperidade e a união." (Filomena Silva in Página da Comunidade Hindu de Portugal no Facebook: facebook.com/chpmandir, 30/10/2013)
Entre nós, é também por esta altura que festejamos o Dia de Todos os Santos, o São Martinho, as Descamisadas..., manifestações do "Ciclo das colheitas ou da partilha", mencionado por Moisés Espírito Santo:
"As festividades do ciclo da germinação representam uma ruptura na consciência colectiva do grupo.
Desde o princípio da floração, o grupo refaz progressivamente a sua unidade, a partir de bases novas e de novas uniões matrimoniais ou sentimentais, para se encontrar em plena harmonia no princípio das colheitas, momento a partir do qual tentará a sua sobrevivência, graças à partilha.
Deste modo, as festividades aldeãs, através da arte popular, representam o ciclo completo da vida: nascimento, morte e renascença do grupo, e que é paralelo ao trabalho agrário, de que depende a comunidade." (In Tradições de Aguim)
E por Ernesto Veiga de Oliveira e Joaquim Pais de Brito:
"Ao começo do Inverno, a construção do calendário cristão associou o Dia de Todos os Santos (dia 1) e o dia de Fieis Defuntos (dia 2).
Durante este período, as comunidades intensificam as relações dos seus membros numa auto-referência a si próprios, numa centripetria dos grupos, ao mesmo tempo que se abrem para formas diversificadas de comunicação com os seus antepassados - os mortos, aqueles que traduzem a comunidade na sua maior amplitude e na sua maior profundidade, e de certa forma dão sentido à comunicação dos vivos, por lhe devolver a identidade das suas origens, da sua inserção e da ancoragem no tempo.
Deste modo, prevaleciam as ofertas de natureza alimentar dos padrinhos para afilhados e dos afortunados ou generosos aos pobres e às crianças que, de cesta no braço ou sacola ao ombro, pediam o santoro de rua em rua, de porta em porta..." (In Doces de Festa)
Santórios 2014, numa aldeia de Portugal.
Nas palavras do meu estimado Michel, que faço minhas: "São fascinantes todos estes rituais e celebrações. Há, nas nossas leituras, um impulso constante em procurar reconhecer-nos neles, onde eles existem em nós, independentemente da cultura que os enunciou. Reconhecemos neles algumas estratégias que usamos em relação aos nossos medos", desejos, aspirações... "Ao desenhá-los, enunciá-los, contemplá-los, expô-los, "dialogamos" com eles. Ao "associar-nos" a eles, medos", desejos, aspirações... "tornam-se nossos cúmplices, e com isso algo em nós" acalma e "se tranquiliza".
É. Como se fossem memórias esquecidas, que ficaram escondidas no tempo, algures, e que suavemente vamos buscar para nos ajudar.
E é fascinante sim, olharmos com os olhos de outros povos e culturas, percebermos que partilhamos tanto com eles, e que apesar de toda a nossa evolução, continuamos com as mesmas interrogações fundamentais sobre nós e o que nos rodeia.
Quando lemos sobre eles, também nos transportamos até lá e voltamos como se nos reconhecêssemos neles. Quando vivemos as suas celebrações, costumes, que passaram de geração em geração, pela transmissão oral ou outras, vamos e voltamos, com os mesmos olhos. ((In "À partilha e à inspiração". Train your Mind - Nature & Plus no LinkedIn, 31 de out. 2013)
Por isso, a nossa Lua Cheia de outubro é a "Lua da Viagem"!
Uma lua que vai e volta, cheia de luz, paz, prosperidade, generosidade, partilha, renovação e inspiração! Para celebrarmos quem somos, para não esquecermos o melhor de nós _/\_
E um grande Bem-Haja.
A todos,
A quem caminha, ainda, pelos Santórios
enchendo as suas sacolas com laços, raízes e tradição.
A quem dá e a quem recebe,
com generosidade e paixão.
A quem transforma a partilha,
num abraço único de harmonia, força e renovação
que enche o coração.
(In Santorios 2012)
Bom Samhain, Halloween, Diwali, Santórios... e sobretudo uma Boa Viagem :)
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| Caminho, viagem. |
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Setembro lunar...
vimos como se sumia no ar,
com a sombra próxima da Terra
na sua face, brilhante,
movendo-se, devagar...
conversando, redondas,
até o eclipse passar.
Que diriam uma à outra,
pelo Sol, testemunha circular.
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| Super Lua Cheia. Setembro, 27.2015.(1) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(2) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(3) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(4) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(5) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(6) |
| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(7) |
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| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(8) |
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| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(9) |
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| Eclipse Total da Super Lua Cheia. Setembro, 28.2015.(10) |
Mais sobre o eclipse lunar total de setembro, 2015:
Observatório Astronómico de Lisboa: Eclipse Total da Super Lua
Leiam também o poema "O Eclipse", de António Nobre:
"Naquela tarde eu contemplava, ansioso,
A lua das marés:
Ia ver um fenómeno curioso,
Pela primeira vez.
Desde as sete horas que eu me achava pronto,
Pois vinha no jornal
Que se daria, às sete e meia em ponto,
O eclipse total. (...)"
Datado de 24 de Setembro de 1884, nas palavras do autor "Poesia impressionada por um eclipse, em 1884. Estava em Leça, então. Setembro, creio."
O poema tem sido investigado por diversos autores, uma vez que, naquela data exacta, não teria ocorrido um fenómeno semelhante. O eclipse total da Lua mais próximo aconteceu a 4 de Outubro de 1884.
(In O ECLIPSE TOTAL DA LUA DE ANTÓNIO NOBRE, pp.4-14. APPA.)
E até 2033!
Abraço, Maria











