Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 26 de março de 2026

Até ao Bugio!...

 

O Bugio do Tejo é majestoso
é guardião, é sentinela, circular...
guarda e espera, e observa

entre o Rio e o Mar... 

Image: Bugio Lighthouse in https://flic.kr/p/2s461JR

📍 Bugio lighthouse. Forte de São Lourenço com o Farol do Bugio na sua Torre central. Situado no meio do estuário do Tejo, próximo de Lisboa, o 'Bugio é um verdadeiro guardião e sentinela' (Mar. 23, 2026; Portugal.)
 


Mas o Farol do Bugio
é também candeia que alumia
do meio do rio, o mar,
com sua luz de paz, a girar...

🙏

Image: Bugio Lighthouse in https://flic.kr/p/2h7BgRU 


Image: Bugio Lighthouse in https://flic.kr/p/2h7yGYe


📍 Bugio lighthouse. Torre do Bugio ou Fortaleza de São Lourenço da Cabeça Seca.
Situa-se em pleno estuário do rio Tejo, perto de Lisboa. (Aug. 29, 2019; Oceano Atlântico, Portugal.). 'Sem necessidade de funções militares, funciona atualmente como farol. O local onde se ergue é um banco de areia formado pelo assoreamento da foz do rio, resultado do encontro das suas águas com as do Oceano Atlântico, ao ritmo das marés. Sendo o único da região com a superfície acima da linha de marés, durante todo o ano, recebeu o nome de "cabeço" ou "cabeça seca". A origem do nome "Bugio" é incerta, mas pode, entre outras, estar relacionada com a palavra francesa "bougie" (vela), devido à semelhança da estrutura circular da fortaleza e da primitiva torre encimada por farol, com uma vela acesa sobre o seu castiçal.'


Mais: Farol do Bugio (AMN)  
 

Muita Luz! 🕯️ Até à próxima caminhada! 🙏

terça-feira, 5 de maio de 2015

Entre arribas e giestas floridas...


Caminhando entre o rio e o mar,
entre o campo e a cidade,
lá no alto do monte e das arribas,
entre fortes, 
mantos verdes,
prateados...

Luminosas e festivas,
encontrámos giestas amarelas,
Maias floridas,
tradição de muitas eras,
escondidas à vista e perdidas...

E trouxemos para partilhar,
nos renovar,
e a Primavera, 
celebrar!


 


Até à próxima,
sempre a caminhar... :)
abraço, Maria
 

 
 
📌 Mais:
 
🔗 No FB: Festa das Maias 

🖇️ No Folclore: Os Maios e as Maias
 
 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Castelos da minha aldeia...



Do castelo da minha aldeia vejo
outro castelo a espreitar...
E tudo quanto vejo,
pode em terra, na água e no ar
sonhar e alcançar...

No "Dia Nacional dos Castelos", os castelos a espreitar :)
Abraço, Maria


 


E o que mais andará por aí "escondido", no ar, de um olhar?...

 

"O castelo de Almada terá origem árabe, facto comprovado por uma referência do geógrafo Edrisi, datada do século XII, onde aparece referido como “Hosnel-Madan” (fortaleza da mina).

A grande importância estratégica de Almada durante o período da Reconquista prende-se com a possibilidade de concentração em local fortificado frente a Lisboa, favorecendo ataques com êxito a essa cidade. Almada situava-se portanto numa zona de combates e retaliações. (...)" (União das Freguesias de Almada, CP, P., C. in https://www.uf-acppc.pt/territorio/patrimonio/1973-castelo-de-almada)

Fortaleza da Mina. Mas que mina? E qual a extracção que lá se faz?... (Da Origem do Topónimo ALMADA. Sebastião Caldeira Ramos. Almada, 1ª edição, 1991, com o apoio da Câmara Municipal de Almada; pp.60 e seguintes)

 

Do topo da colina do castelo de S. Jorge, avisto Lisboa e o Tejo e tudo quanto o ver e o olhar pode em terra, água e ar...

 

"(...) A escolha do local justificou-se pelas naturais condições de defesa e de vigilância, sobre o Tejo e as terras em redor a perder de vista, oferecidas pelas acentuadas escarpas que sustentam a colina a Norte e Oeste. Estas características também determinariam, mais tarde, o local escolhido para a construção do castelo.... Encontram-se os vestígios mais antigos de ocupação da área circunscrita pelo Monumento Nacional e que remontam ao séc. VII a.C., à Idade do Ferro, época em que provavelmente aí se localizava um povoado fortificado. (...)" (História do Castelo de São Jorge in https://castelodesaojorge.pt/site/pt/historia/)

Este castelo, como quase todos os outros, é entendido como um monumento muito "mexido" e com pouco interesse. (...) Por defeito ou feitio, a maior parte dos arqueólogos costuma caminhar com os olhos postos no chão. Num dia do Verão passado... Ninguém parecia ter reparado num texto gravado numa parede do monumento mais visitado do país... (Crónicas do castelo de São Jorge in https://www.nationalgeographic.pt/index.php/historia/grandes-reportagens/585-castelo-sao-jorge)